de 05/07/2025 a 31/08/2025
75 minutos
14 Anos
Fulvio Stefanini interpreta André, um idoso de 80 anos, rabugento, mas muito simpático e divertido. Com sua cabeça começando a falhar, sua filha vive um dilema: cuidar de seu pai, ou interná-lo em um asilo e ir curtir a vida com seu novo namorado.
A consagrada peça O Pai, escrita pelo renomado autor francês Florian Zeller, conquistou tanto o público como a crítica especializada, com mais de 120 mil espectadores aplaudindo suas 350 apresentações desde a estreia brasileira em 2016.
Agora, em um emocionante encontro de gerações, a montagem dirigida por seu filho, Léo Stefanini, estreia no Teatro UOL no dia 05 de julho de 2025, marcando não apenas a ressonante carreira de 70 anos de Fulvio Stefanini, mas também a sua conquista dos Prêmios Shell e Bibi Ferreira de melhor ator por este trabalho.
A montagem, que ainda levou os prêmios de melhor cenografia e espetáculo do ano, segue em cartaz até 31 de agosto, com apresentações aos Sábados e domingos às 18h. Ao lado de Stefanini, estão em cena Carol Gonzalez, Fulvio Filho, Paulo Emílio Lisboa, Déo Patricio e Carol Mariottini.
Encenado em mais de 30 países, o texto foi adaptado pelo próprio autor para o cinema em um filme de 2020, estrelado por Anthony Hopkins, que levou o Oscar nas categorias de melhor ator e roteiro adaptado. Recentemente, Florian Zeller estreou outro drama nas telonas, “O Filho” (2022), lançado neste ano no Brasil.
A peça ainda ganhou em 2014, na França, o famoso Prêmio Molière, nas categorias de melhor espetáculo, ator e atriz. E, na Inglaterra, foi eleita a peça do ano pelo jornal The Guardian.
O Pai conta a história de André, um idoso de 80 anos, rabugento, porém muito simpático e divertido. Quando a memória dele começa a falhar, a sua única filha vive um dilema: deve levá-lo para morar com ela e contratar uma enfermeira para ajudá-la a cuidar dele ou deve interná-lo em um asilo – para poder curtir a vida ao lado de seu novo namorado?
Com tom poético e um leve humor requintado, a peça trata desse tema comovente com leveza e sensibilidade, e nos convida a pensar sobre questões como a convivência familiar, o envelhecimento e as nossas escolhas na vida.